Criei este espaço com o intuito de trocar experiências, repassar os materiais que me ajudaram e que poderão ajudar outras pessoas. Além disso, repasso também tudo o que julgo interessante na net. Sejam bem vindos ao meu cantinho, Magia da Educação: com um pouco de carinho e dedicação, a magia acontece!
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domingo, 15 de janeiro de 2012

Como escolher a escola do seu filho?

Uma matéria da revista ISTOÉ, de 1º de Setembro de 2010, mostrou dicas de como escolher adequadamente uma boa escola para seu filho. Vejamos o passo a passo da escolha, de acordo com a reportagem:
Mais informações em: http://www.nei.ufrn.br

Trace o perfil do seu filho Ele é tímido ou extrovertido? É criativo? Reage a ambientes previsíveis? Um profissional como um Psicólogo ou Psicopedagogo pode ajudar nessa fase.
Tenha em mente os seus próprios anseios O principal objetivo é o vestibular? Ou uma formação humanista, criativa e crítica? Ou religiosa?
Tenha foco Foque nas escolas cujo método pedagógico esteja alinhado com a personalidade da criança, ou seja, com seus potenciais, afinidades e limitações.
Estipule a faixa de preço O casal deve estipular quanto pode pagar pela mensalidade, material escolar, uniforme e outras taxas, além do transporte escolar, se for o caso.
Defina a localização e o transporte O ideal é que a escola seja perto de casa. Isto melhora a qualidade de vida de pais e filhos, especialmente nas grandes cidades. Caso seja necessário transporte escolar, se informe sobre o tempo que a criança levará no deslocamento.
Conheça as escolas Visite, pergunte. Ouça pais de alunos. Visite novamente, se for preciso, cada uma das instituições de ensino. Defina as duas preferidas.
Ouça o seu filho Crianças a partir de 5 anos devem ser ouvidas. O indicado é que os pais levem os filhos nas duas escolas preferidas deles e ouça a sua opinião. Participar na escolha pode ajudar no comprometimento da criança no processo educacional.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho

1-    DEIXAR BILHETES OU ESCREVER CARTAS
Deixe recadinhos na porta da geladeira, escreva cartas e estimule-a a fazer o mesmo (mesmo que saiam apenas rabiscos. Lembre-se: nessa fase do desenvolvimento, não se erra, se tenta acertar). 'Vou escrever uma carta para a vovó contando como estamos. O que você quer que eu conte para ela?'. Recebeu uma carta ou encontrou um recadinho em casa? Leia em voz alta. "Procure incluir a criança sempre que uma situação de comunicação escrita se apresentar na casa", aconselha a educadora Maria Claudia.

2-    PREPARAR RECEITAS CULINÁRIAS NA PRESENÇA DA CRIANÇA
Na culinária isso pode acontecer de maneira descontraída e divertida. Durante a receita de um bolo, por exemplo, vá perguntando para a criança: "Vamos ver o que falta colocar? Ah, ainda preciso colocar 3 ovos, está escrito aqui".

3-    LER HISTÓRIAS
"Quando a mãe lê uma história para a criança, ela é leitora junto com a mãe", acredita Maria Claudia Rebellato. Leia com freqüência para seu filho: gibis, revistas, contos de fadas... Leia mais de uma vez o mesmo livro, pois isso é importante para a criança começar a recontar aquela história depois, no papel de leitora, inclusive passando as páginas do livro corretamente. Ao ouvir histórias, a criança acaba percebendo que a leitura é feita da esquerda para a direita (importante para o momento em que ela vai começar a riscar), consegue diferenciar o que é texto do que é desenho, começa a notar que as palavras são escritas separadamente formando frases que fazem sentido e a adquirir noção de volume de texto. "É comum, por exemplo, a criança perceber quando a mãe está pulando trechos da história (geralmente porque ela já está cansada e quer dar uma resumida na historinha). A criança vira e fala ‘tem mais coisa aí, mamãe’. Isso mostra que ela está já está amadurecendo como leitora e, embora ainda não leia, já faz o que chamamos de pseudoleitura", observa a Maria Claudia.

4-    SER UM MODELO DE LEITOR
Os pais também têm de prestar atenção ao ambiente em que fazem sua leitura, passando a impressão de que ler é prazeroso, mas também é coisa séria. O ambiente deve ser tranqüilo, sem muitos ruídos, com boa iluminação, e deve-se sentar com a postura corporal correta, para não se cansar rapidamente.

5-    EXPLORAR RÓTULOS DE EMBALAGENS
Aproveite momentos de descontração, como durante as refeições, para ler os rótulos junto com seu filho. "Com o tempo, ele começa a ler por imagem, por associação. Ele pode ainda não estar alfabetizado, mas já sabe o que está escrito naquela embalagem", explica a especialista Maria Claudia Rebellato. Segundo ela, os rótulos são interessantes de serem lidos porque, na maioria dos casos, são escritos em letra CAIXA ALTA, que é a qual a criança assimila antes da letra cursiva.

6-    FAZER LISTA DE COMPRAS COM SEU FILHO
chame a criança para preencher a lista com você e faça com que ela perceba que você anota no papel as coisas que irá comprar, para consultar lá no mercado (uma forma de ela relacionar a linguagem oral com a escrita). Vá conversando com ela: "Vamos anotar para não esquecer. O que mais vamos ter de comprar? Então, vamos escrever aqui". Deixe que ela acompanhe com os olhos o que você está escrevendo e vá falando em voz alta.

7-    APROVEITAR AS SITUAÇÕES DA RUA
Placas de trânsito, destino de ônibus, outdoors, letreiros, panfletos, faixas... onde quer que frequentemos estaremos sempre em contato com o mundo letrado e é ótimo que os diferentes elementos sejam aproveitados com a criança. "Dá para levar em forma de brincadeira. 'Olha filho, tem uma placa igual a essa em frente à nossa casa. Sabe o que está escrito nela?'’ ou ainda 'Olha, filho, esse ônibus vai para Cajuru. Cajuru também começa com Ca, igual o nome da mamãe, Carolina'. É por meio dessas situações que a criança vai percebendo as diferentes funções da escrita e fazendo associações", acredita Maria Claudia. Segundo ela, é uma forma não de ensinar/aprender, mas de brincar com as letras, com as palavras, com a escrita e a leitura.

8-    FAZER OS CONVITES DE ANIVERSÁRIO COM AS CRIANÇAS
Escrever nos convitinhos de aniversário é uma etapa da festa da qual a criança precisa participar. Pergunte a ela: "o que teremos de escrever nos convites? Precisamos dizer onde vai ser e a que horas". Isso pode ser feito desde o primeiro aniversário da criança, repetindo nos anos seguintes, até chegar a vez em que ela própria irá querer escrever sozinha, com sua letrinha.

9-    MONTAR UMA AGENDA TELEFÔNICA
A agenda telefônica é um bom objeto a ser explorado com as crianças. Ela mostra, claramente, o que é texto e o que é número, com a função de cada um deles. O texto é usado para escrever o nome das pessoas ou dos lugares, enquanto o número é utilizado para informar o telefone. No dia a dia, chame a criança para observar essa diferença. "Olha filho, deste lado ficam os nomes das pessoas e deste o número do telefone delas. Vamos ver qual o número da casa da titia?".

10-    APONTAR OUTROS MATERIAIS ESCRITOS
"A criança tem de perceber a função de cada um dos elementos que é posto para ela", reitera Cida Sarraf. Houve um tempo em que pais e professores acreditavam que bastava etiquetar os objetos (etiqueta com a palavra cama na cama, com a palavra armário no armário) para as crianças se familiarizarem com a língua. Mas as pesquisas mais atuais mostraram que os diversos gêneros textuais precisam estar presentes e serem usados dentro de uma função comunicativa.

11-    RESPEITAR O RÍTMO DA CRIANÇA
Quando  for montar um álbum com fotos de uma viagem, chame a criança para legendar cada foto com você. "Você lembra como se chamava este lugar? Vamos escrever aqui para sabermos daqui a um tempo". Respeite seu ritmo, vá devagar para que ela consiga acompanhar.

ENTENDA O CONCEITO DE AMBIENTE ALFABETIZADOR
A partir das investigações das educadoras Emília Ferreiro e Ana Teberosky, apresentadas no livro Psicogênese da Língua Escrita, vários pesquisadores da área começaram a construir uma nova didática da alfabetização, chegando ao conceito de ambiente alfabetizador. No começo, houve interpretações errôneas, e professores começaram a colocar nomes nas coisas, como etiqueta com a palavra lousa na lousa, etiqueta com a palavra mesa na mesa, supondo ser assim um ambiente alfabetizador. Com as pesquisas que se seguiram, concluiu-se que um ambiente alfabetizador não somente é aquele que contem material escrito, mas aquele em que diversos gêneros textuais estão presentes e sendo usados, dentro de uma função comunicativa. Ou seja, o uso tem de ser efetivo.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Coisas Simples que ajudam Seus Filhos a Aprenderem

São coisas tão simples que podemos imaginar se o efeito será de fato compensador.
Mas, o segredo de todas as coisas está na simplicidade. Existe coisa mais simples do que o ato de respirar? E, no entanto é isso que nos mantém vivos, e nada fizemos para aprender como fazê-lo!

Então...

O caminho para ser bem sucedido na Escola começa logo cedo.
Boa saúde, bons relacionamentos, e oportunidades para aprender tudo, ajudam a criança a preparar a base para ser bem sucedida na vida. Mas, muitos Pais se perguntam: "Como faço para dar estas coisas tão essenciais a meu Filho?"

Pais e encarregados de cuidar das crianças, são pessoas muito ocupadas. Cheias de responsabilidades; Emprego fora de casa, roupa para lavar, casa para cuidar, etc.
No entanto, por mais ocupados que possam ser, eis aqui um monte de coisas que elas podem fazer, sem atrapalhar seus afazeres corriqueiros, e que vai auxiliar suas crianças pequenas a se prepararem melhor para enfrentar a Escola.
Como as pessoas não estão dispostas a deixarem sua rotina diária de lado para se dedicarem as suas crianças, eis aqui algumas sugestões.
São Pequenas coisas que tem um grande efeito. A maioria dessas coisas custa pouco ou nada e podem ser feitas sem alterar o ritmo de sua rotina diária.
Veja então a seguir, 15 Coisas Simples que qualquer Pai ou responsável pode fazer para ajudar seus filhos a aprenderem mais.
  1. Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;
  2. Leia com eles;
  3. Conte-lhes histórias da família;
  4. Limite seu tempo de ver televisão;
  5. Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;
  6. Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;
  7. Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia;
  8. Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;
  9. Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;
  10. Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;
  11. Discuta as novidades do dia ou o que achar que mais interessante com eles;
  12. Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia;
  13. Ache um lugar sossegado para eles estudarem;
  14. Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;
  15. Mantenha sempre contato com seus professores.
Fonte:
U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series

domingo, 27 de março de 2011

Crianças brincam em rede social que é feita para jovens e adultos

MARTHA LOPES
DE SÃO PAULO

Cuidar de uma fazendinha, de peixes ou formar conjuntos de diamantes. Por causa dos jogos do Facebook, muitas crianças têm entrado na rede.
Reprodução
Jogo Happy Aquarium Reprodução
Jogo Happy Aquarium 

"Minha mãe jogava FarmVille. Achei interessante e comecei a jogar", conta Giovanna Rodrigues, 9. Agora, ela prefere Happy Aquarium: "Os peixes não morrem. O jogo enjoa menos".
Rodrigo Kauffmann, 12, também gosta dos jogos do Facebook: "Eles exigem que você pense". Seu preferido é Bejeweled Blitz, em que é preciso juntar muitos diamantes do mesmo tipo.


FIQUE ATENTO
Só no mês de fevereiro cerca de 2,5 milhões de crianças de 6 a 11 anos circularam pelas redes sociais Orkut e Facebook no Brasil. Mas esses sites não permitem que menores de 13 anos se cadastrem.
Nos Estados Unidos, metade das crianças de 12 anos tem perfil no Facebook. E a rede expulsa 20 mil delas por dia.
Para quem usa redes sociais, é importante se proteger --leia abaixo.

Editoria de Arte/ Folhapress
Dicas de segurança

http://www1.folha.uol.com.br/

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Opinião: Pais devem ficar atentos ao material escolar exigido

Muitas escolas pedem a compra de objetos que serão pouco utilizados. Escolas deveriam ensinar a reciclar materiais.

Muito se tem dito sobre o material escolar usado pelas crianças. São várias as notícias sobre os exageros das escolas naquilo que pedem para poderem desenvolver seus projetos pedagógicos. Desconfianças pairam no ar. E os pais ficam perdidos no meio de tantos gastos com produtos que nem sempre são usados.
Em algumas instituições, o valor do material equivale a uma mensalidade, que no geral não é barata. Existem aquelas que cobram taxa de material sem explicar que a compra pode ser feita em outro lugar. Ou então, fazem parcerias com livrarias, não ficando explícito se é para facilitar a vida dos pais ou garantir algum bônus à escola pela indicação (nesse caso, o material deveria ser mais barato, pela quantidade que irá ser comprado de uma vez só).
As famílias acabam se sujeitando a esses pedidos (exigências?!), sem grandes questionamentos à escola. Parece que a instituição é soberana e sabe o que é melhor para cada um. Nem sempre as coisas são fáceis de mudar. Porém, deve-se sim questionar, como alguns materiais pedidos e o não aproveitamento do mesmo tipo que foi pouco usado no ano anterior como, por exemplo, um caderno de desenho.
Assim, além do custo alto da mensalidade, muitas coisas que não são baratas são adquiridas (um livro de matemática para o segundo ano do fundamental pode sair por R$ 80,00). Os pais vão comprando e, no final do ano, percebem que aquele livro caro, pouco foi usado.
Um lugar que deveria ser o de aprender a se virar na vida, torna-se um templo de consumo, onde não fica bem pechinchar ou questionar taxas cobradas. Inclusive, um lugar de aprender a reciclar.
É interessante como alguns se impressionam com materiais e atividades diferentes, que poucos benefícios concretos trazem para o desenvolvimento da criança. Veem nessas coisas um indicador de modernidade e inovação. É preciso atentar para isso de maneira reflexiva e questionadora. Muitas coisas só servem para florear.
As escolas têm projetos maravilhosos sobre reciclagem. Colocam lixos coloridos, ensinam as crianças a separar o que é de cada cor. Estabelecem lugares exclusivos para a dispensa de pilhas. Mas, na hora H, fica tudo no politicamente correto.
Reciclar e proteger o mundo tem que ser feito no dia a dia. Não há um momento especial. Por exemplo, uma escola pede em sua lista raspas de pneu e palha de milho colorida – algo que pode ser aproveitado em casa ou na comunidade. Muito provavelmente, serão usadas em aula de artes. E não é que existe esse material empacotado para ser comercializado?
Não tem sentido. Fazendo coro com o jornalista Chico Pinheiro, um dos que apresentou reportagem sobre o assunto no SPTV, a escola deve ensinar o aluno a reciclar, aproveitar e cuidar do consumismo.
Apesar de ser um espaço onde o pensar e o refletir sobre o mundo deveria ter lugar privilegiado, as coisas andam muito mal.
O mercado também não ajuda muito. A cotação desses materiais varia em torno de 163%. Tornou-se terra de ninguém, com pouca fiscalização.
As vezes, questiono para que serve o 13º salário dos trabalhadores do nosso país. Além de pagarem o IPVA e o IPTU com esse dinheiro, compram material escolar para os filhos.
Boa volta às aulas!



Ana Cássia Maturano 

Disponível em: 
http://g1.globo.com