Criei este espaço com o intuito de trocar experiências, repassar os materiais que me ajudaram e que poderão ajudar outras pessoas. Além disso, repasso também tudo o que julgo interessante na net. Sejam bem vindos ao meu cantinho, Magia da Educação: com um pouco de carinho e dedicação, a magia acontece!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Derrubando as árvores.

Os nativos das Ilhas Salomão, quando vão abrir uma nova área de plantio, não derrubam as grandes árvores com machado pois, para eles, demandaria muito esforço. Mas isso não signifique que essas árvores também não sejam mortas e retiradas. A solução encontrada por eles foi subir nas árvores e ficar em volta delas a gritar. Gritar e gritar e gritar. Gritam por dias contra a árvore. O grito, segundo eles, cria um sentimento de rejeição pela árvore. Tal sentimento, por dias, acaba por levar a árvore à morte e cai. Assim eles solucionam o problema de retirar também as grandes árvores do caminho.

Muitas vezes a pessoas pensam que se importam com as outras, porém, o importar na maioria das vezes não se traduz em ajuda concreta para sarar as feridas do outro. Aos "berros" e com palavras de desprezo derrubam aos poucos a autoestima e a alegria do seu semelhante.

Quem lida no dia-a-dia com pessoas, principalmente crianças passíveis de terem vários problemas de ordem social e psíquica tem uma responsabilidade muito grande com estes seres não devemos, portanto, enxergar as pessoas como grandes árvores ou obstáculos em nosso caminho, mas como seres necessitados de nosso amor e da compreensão que na correria pelo lucro e competição do mundo atual raramente encontram.

Para sermos educadores de verdade devemos andar na contramão desse sistema.

Recebi por e-mail e resolvi compartilhar.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Projetos e planos de aula

Idéias para trabalhar em sala de aula Conheça alguns sites que disponibilizam planos de aula e/ou projetos para educadores.
Nova Escola: diversos planos de aula organizados por níveis: Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio.
Áreas: Alfabetização, Matemática, Língua Portuguesa, História, Geografia, Ciências Naturais, Arte, Língua Estrangeira, Educação Física. O site também disponibiliza os planos de aula publicados no Jornal da Tarde de domingo.
Portal do Professor – O portal possui diversas aulas elaboradas por educadores. Há destaque para o bom uso de recursos digitais e propostas de uso das TIC. Há um filtro para selecionar aulas organizadas por ciclos, áreas e temas: Ensino Fundamental Inicial, Ensino Fundamental Final, Ensino Médio e Ensino Profissional.
E-Aprender – O site disponibiliza planos de aulas organizados em disciplinas. Há também dicas para elaboração de planos
Yahoo Educação – Diversas atividades sugeridas utilizando as tecnologias de comunicação e informação
Sabesp – Esta área do site é dedicada a educadores e apresenta propostas para trabalhar assuntos relacionados a água e saneamento
NetEducação – O site disponibiliza planos e planejamento para diversas séries e disciplinas, inclusive educação especial.
Veja on-line – A maior parte do conteúdo é para assinantes, mas toda semana é possível acessar gratuitamente uma das aulas em destaque
Microsoft Educação – Diversos projetos que utilizam as TICs, todos organizados por ciclos. Veja também a seção Atividades para sala de aula com projetos temáticos e estruturados, utilizando os programas da Microsoft.
Baú de Projetos Edukbr - Diversos projetos interdisciplinares organizados também por disciplinas.
Site de dicas – Dicas de atividades para desenvolver com crianças
Planos de aula UOL - O site apresenta propostas organizadas por disciplinas, para Ensino Fundamental e Ensino Médio. Há também referências selecionadas sobre como trabalhar com Vídeos do PortaCurtas na Escola
Dicas Vivência Pedagógica - Seção do site com idéias de recursos e estratégias que podem ser utilizadas na escola.
Projetos – Também faz parte do site de dicas uma seção com idéias de projetos para desenvolver na escola.
Turbine sua aula – propostas publicadas no portal Educarede
Arte na Escola – O site apresenta riquíssimo material para o trabalho com Arte na Escola
Atividades para a sala de aula: Revista ao Mestre - Várias atividades artesanais para educadores.
Veja também WebQuests e WebGincanas: propostas interessantes para trabalhar com os recursos da Web.
Leia também:

domingo, 15 de janeiro de 2012

Como escolher a escola do seu filho?

Uma matéria da revista ISTOÉ, de 1º de Setembro de 2010, mostrou dicas de como escolher adequadamente uma boa escola para seu filho. Vejamos o passo a passo da escolha, de acordo com a reportagem:
Mais informações em: http://www.nei.ufrn.br

Trace o perfil do seu filho Ele é tímido ou extrovertido? É criativo? Reage a ambientes previsíveis? Um profissional como um Psicólogo ou Psicopedagogo pode ajudar nessa fase.
Tenha em mente os seus próprios anseios O principal objetivo é o vestibular? Ou uma formação humanista, criativa e crítica? Ou religiosa?
Tenha foco Foque nas escolas cujo método pedagógico esteja alinhado com a personalidade da criança, ou seja, com seus potenciais, afinidades e limitações.
Estipule a faixa de preço O casal deve estipular quanto pode pagar pela mensalidade, material escolar, uniforme e outras taxas, além do transporte escolar, se for o caso.
Defina a localização e o transporte O ideal é que a escola seja perto de casa. Isto melhora a qualidade de vida de pais e filhos, especialmente nas grandes cidades. Caso seja necessário transporte escolar, se informe sobre o tempo que a criança levará no deslocamento.
Conheça as escolas Visite, pergunte. Ouça pais de alunos. Visite novamente, se for preciso, cada uma das instituições de ensino. Defina as duas preferidas.
Ouça o seu filho Crianças a partir de 5 anos devem ser ouvidas. O indicado é que os pais levem os filhos nas duas escolas preferidas deles e ouça a sua opinião. Participar na escolha pode ajudar no comprometimento da criança no processo educacional.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho

1-    DEIXAR BILHETES OU ESCREVER CARTAS
Deixe recadinhos na porta da geladeira, escreva cartas e estimule-a a fazer o mesmo (mesmo que saiam apenas rabiscos. Lembre-se: nessa fase do desenvolvimento, não se erra, se tenta acertar). 'Vou escrever uma carta para a vovó contando como estamos. O que você quer que eu conte para ela?'. Recebeu uma carta ou encontrou um recadinho em casa? Leia em voz alta. "Procure incluir a criança sempre que uma situação de comunicação escrita se apresentar na casa", aconselha a educadora Maria Claudia.

2-    PREPARAR RECEITAS CULINÁRIAS NA PRESENÇA DA CRIANÇA
Na culinária isso pode acontecer de maneira descontraída e divertida. Durante a receita de um bolo, por exemplo, vá perguntando para a criança: "Vamos ver o que falta colocar? Ah, ainda preciso colocar 3 ovos, está escrito aqui".

3-    LER HISTÓRIAS
"Quando a mãe lê uma história para a criança, ela é leitora junto com a mãe", acredita Maria Claudia Rebellato. Leia com freqüência para seu filho: gibis, revistas, contos de fadas... Leia mais de uma vez o mesmo livro, pois isso é importante para a criança começar a recontar aquela história depois, no papel de leitora, inclusive passando as páginas do livro corretamente. Ao ouvir histórias, a criança acaba percebendo que a leitura é feita da esquerda para a direita (importante para o momento em que ela vai começar a riscar), consegue diferenciar o que é texto do que é desenho, começa a notar que as palavras são escritas separadamente formando frases que fazem sentido e a adquirir noção de volume de texto. "É comum, por exemplo, a criança perceber quando a mãe está pulando trechos da história (geralmente porque ela já está cansada e quer dar uma resumida na historinha). A criança vira e fala ‘tem mais coisa aí, mamãe’. Isso mostra que ela está já está amadurecendo como leitora e, embora ainda não leia, já faz o que chamamos de pseudoleitura", observa a Maria Claudia.

4-    SER UM MODELO DE LEITOR
Os pais também têm de prestar atenção ao ambiente em que fazem sua leitura, passando a impressão de que ler é prazeroso, mas também é coisa séria. O ambiente deve ser tranqüilo, sem muitos ruídos, com boa iluminação, e deve-se sentar com a postura corporal correta, para não se cansar rapidamente.

5-    EXPLORAR RÓTULOS DE EMBALAGENS
Aproveite momentos de descontração, como durante as refeições, para ler os rótulos junto com seu filho. "Com o tempo, ele começa a ler por imagem, por associação. Ele pode ainda não estar alfabetizado, mas já sabe o que está escrito naquela embalagem", explica a especialista Maria Claudia Rebellato. Segundo ela, os rótulos são interessantes de serem lidos porque, na maioria dos casos, são escritos em letra CAIXA ALTA, que é a qual a criança assimila antes da letra cursiva.

6-    FAZER LISTA DE COMPRAS COM SEU FILHO
chame a criança para preencher a lista com você e faça com que ela perceba que você anota no papel as coisas que irá comprar, para consultar lá no mercado (uma forma de ela relacionar a linguagem oral com a escrita). Vá conversando com ela: "Vamos anotar para não esquecer. O que mais vamos ter de comprar? Então, vamos escrever aqui". Deixe que ela acompanhe com os olhos o que você está escrevendo e vá falando em voz alta.

7-    APROVEITAR AS SITUAÇÕES DA RUA
Placas de trânsito, destino de ônibus, outdoors, letreiros, panfletos, faixas... onde quer que frequentemos estaremos sempre em contato com o mundo letrado e é ótimo que os diferentes elementos sejam aproveitados com a criança. "Dá para levar em forma de brincadeira. 'Olha filho, tem uma placa igual a essa em frente à nossa casa. Sabe o que está escrito nela?'’ ou ainda 'Olha, filho, esse ônibus vai para Cajuru. Cajuru também começa com Ca, igual o nome da mamãe, Carolina'. É por meio dessas situações que a criança vai percebendo as diferentes funções da escrita e fazendo associações", acredita Maria Claudia. Segundo ela, é uma forma não de ensinar/aprender, mas de brincar com as letras, com as palavras, com a escrita e a leitura.

8-    FAZER OS CONVITES DE ANIVERSÁRIO COM AS CRIANÇAS
Escrever nos convitinhos de aniversário é uma etapa da festa da qual a criança precisa participar. Pergunte a ela: "o que teremos de escrever nos convites? Precisamos dizer onde vai ser e a que horas". Isso pode ser feito desde o primeiro aniversário da criança, repetindo nos anos seguintes, até chegar a vez em que ela própria irá querer escrever sozinha, com sua letrinha.

9-    MONTAR UMA AGENDA TELEFÔNICA
A agenda telefônica é um bom objeto a ser explorado com as crianças. Ela mostra, claramente, o que é texto e o que é número, com a função de cada um deles. O texto é usado para escrever o nome das pessoas ou dos lugares, enquanto o número é utilizado para informar o telefone. No dia a dia, chame a criança para observar essa diferença. "Olha filho, deste lado ficam os nomes das pessoas e deste o número do telefone delas. Vamos ver qual o número da casa da titia?".

10-    APONTAR OUTROS MATERIAIS ESCRITOS
"A criança tem de perceber a função de cada um dos elementos que é posto para ela", reitera Cida Sarraf. Houve um tempo em que pais e professores acreditavam que bastava etiquetar os objetos (etiqueta com a palavra cama na cama, com a palavra armário no armário) para as crianças se familiarizarem com a língua. Mas as pesquisas mais atuais mostraram que os diversos gêneros textuais precisam estar presentes e serem usados dentro de uma função comunicativa.

11-    RESPEITAR O RÍTMO DA CRIANÇA
Quando  for montar um álbum com fotos de uma viagem, chame a criança para legendar cada foto com você. "Você lembra como se chamava este lugar? Vamos escrever aqui para sabermos daqui a um tempo". Respeite seu ritmo, vá devagar para que ela consiga acompanhar.

ENTENDA O CONCEITO DE AMBIENTE ALFABETIZADOR
A partir das investigações das educadoras Emília Ferreiro e Ana Teberosky, apresentadas no livro Psicogênese da Língua Escrita, vários pesquisadores da área começaram a construir uma nova didática da alfabetização, chegando ao conceito de ambiente alfabetizador. No começo, houve interpretações errôneas, e professores começaram a colocar nomes nas coisas, como etiqueta com a palavra lousa na lousa, etiqueta com a palavra mesa na mesa, supondo ser assim um ambiente alfabetizador. Com as pesquisas que se seguiram, concluiu-se que um ambiente alfabetizador não somente é aquele que contem material escrito, mas aquele em que diversos gêneros textuais estão presentes e sendo usados, dentro de uma função comunicativa. Ou seja, o uso tem de ser efetivo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O MÉTODO PAULO FREIRE

Como seria na prática esse método?

Não estamos tratando aqui de uma mera técnica de alfabetização, e sim, de um método coerente com o posicionamento teórico filosófico. Para a alfabetização é necessária a conscientização.
Somente um método que privilegiasse a ação e o diálogo seria capaz de ser coerente com os princípios que já vimos anteriormente. Seria preciso a modificação do conteúdo programático, e mesmo a modificação da forma pelo qual o mesmo é determinado.

O diálogo é então a base do método de Freire

Mas, o  que é o diálogo e qual diálogo? Qualquer diálogo ?
O diálogo é uma relação de comunicação de intercomunicação, que gera a crítica e a problematização já que ambos os parceiros podem  perguntar: "por quê?".
Quem dialoga, dialoga com alguém e sobre algo.
O conteúdo do diálogo é justamente o conteúdo programático da educação.
E já na busca desse conteúdo o diálogo deve estar presente.
Analisando o diálogo, Paulo Freire constata a necessidade de analisar a palavra como mais do que um meio para que o diálogo se efetue.
Há duas dimensões constitutivas da palavra: ação e reflexão. A palavra verdadeira é práxis transformadora. Sem  a dimensão da ação, perde-se  a reflexão e a palavra transforma-se em verbalismo, ou verborragia. Por outro lado, a ação sem a  reflexão transforma-se em ativismo, que também nega o diálogo. O educador bancário define o conteúdo antes mesmo do primeiro contato com os educandos. Para o educador libertador, esse conteúdo é a devolução organizada, sistematizada e acrescentada ao educando daqueles elementos que este lhe entregou de forma desestruturada. Esse conteúdo deve ser buscado na cultura do educando e na consciência que ele tenha da mesma. O momento da busca do conteúdo programático dá início ao processo de diálogo em que se produz a educação libertadora. Essa busca deve investigar o universo temático dos educandos ou o conjunto dos temas geradores do conteúdo.
Por ser dialógica já é problematizadora e permite que se obtenha a consciência   dos indivíduos sobre esses temas; a participação na investigação do seu próprio universo temático leva o educando a admirar este universo, e, essa admiração possibilita a capacidade de criticá-lo e transformá-lo. Mesmo tratando-se de um método para adultos analfabetos não é difícil para os educadores mais conscientes, perceberem a importância da utilização do universo temático para as crianças, por exemplo. A uniformidade das cartilhas impossibilita a   aplicação dos princípios formulados por ele.

Síntese dos passos
- levantamento do universo vocabular dos grupos, para a escolha das   palavras geradoras
- organização dos círculos de cultura, formados por pequenos grupos, sob a coordenação de uma pessoa, que não precisa necessariamente ser um professor
- a representação de uma das palavras, já que estas pertencem ao universo vocabular dos educandos, aliada a sua experiência de vida, gerará temas correlatos, descobrindo-a como suma situação problemática
- reúne-se todo o material possível para ampliar a consciência e experiência dos educandos
-passa-se à visualização da palavra e ao processo de decodificação em unidades menores, para reconstituí-la posteriormente.

" Ensinando se aprende, aprendendo se ensina".

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Lei que transformou a forma de ensino no País completa 50 anos

Organizada em 96 artigos, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96 (LDB) regulariza o sistema de ensino do País. Antes de sua homologação, em dezembro de 1961, a educação brasileira era somente citada na Constituição de 1934. Cinco décadas depois, porém, o que de fato mudou no cenário educacional do País?
De acordo com especialistas em educação, as mudanças se resumem em uma humanização do sistema educacional: se antes repetência era o único caminho para quem não atingia os objetivos da série em questão, hoje já se fala em dependência e recuperação. Da mesma forma, se em 1961 a educação especial era algo à parte da escola regular, nos dias atuais já se levanta a bandeira por uma escola inclusiva.
Para Hamilton Werneck, pedagogo e especialista em educação, a LDB de 1961 representou um grande avanço para o ensino nacional. De acordo com ele, antes disso, o ensino era basicamente conservador e vertical: professor ensina, aluno aprende. Como instrumento de aprendizagem, apenas quadro negro, lápis e papel. "Contra essa lei se levantaram todos os enciclopedistas que continuam até hoje lutando no sentido de evitar que se parta para um ensino voltado para um modelo sistêmico. Mas a tendência foi a de aproveitar os espaços e o tempo de estudo durante um ano letivo para proporcionar aos estudantes outras oportunidades e formas de aprender", opina.

Adaptado do Terra

Disponível na íntegra em: http://editoraconstruir.com.br/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Coisas Simples que ajudam Seus Filhos a Aprenderem

São coisas tão simples que podemos imaginar se o efeito será de fato compensador.
Mas, o segredo de todas as coisas está na simplicidade. Existe coisa mais simples do que o ato de respirar? E, no entanto é isso que nos mantém vivos, e nada fizemos para aprender como fazê-lo!

Então...

O caminho para ser bem sucedido na Escola começa logo cedo.
Boa saúde, bons relacionamentos, e oportunidades para aprender tudo, ajudam a criança a preparar a base para ser bem sucedida na vida. Mas, muitos Pais se perguntam: "Como faço para dar estas coisas tão essenciais a meu Filho?"

Pais e encarregados de cuidar das crianças, são pessoas muito ocupadas. Cheias de responsabilidades; Emprego fora de casa, roupa para lavar, casa para cuidar, etc.
No entanto, por mais ocupados que possam ser, eis aqui um monte de coisas que elas podem fazer, sem atrapalhar seus afazeres corriqueiros, e que vai auxiliar suas crianças pequenas a se prepararem melhor para enfrentar a Escola.
Como as pessoas não estão dispostas a deixarem sua rotina diária de lado para se dedicarem as suas crianças, eis aqui algumas sugestões.
São Pequenas coisas que tem um grande efeito. A maioria dessas coisas custa pouco ou nada e podem ser feitas sem alterar o ritmo de sua rotina diária.
Veja então a seguir, 15 Coisas Simples que qualquer Pai ou responsável pode fazer para ajudar seus filhos a aprenderem mais.
  1. Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;
  2. Leia com eles;
  3. Conte-lhes histórias da família;
  4. Limite seu tempo de ver televisão;
  5. Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;
  6. Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;
  7. Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia;
  8. Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;
  9. Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;
  10. Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;
  11. Discuta as novidades do dia ou o que achar que mais interessante com eles;
  12. Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia;
  13. Ache um lugar sossegado para eles estudarem;
  14. Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;
  15. Mantenha sempre contato com seus professores.
Fonte:
U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series