Criei este espaço com o intuito de trocar experiências, repassar os materiais que me ajudaram e que poderão ajudar outras pessoas. Além disso, repasso também tudo o que julgo interessante na net. Sejam bem vindos ao meu cantinho, Magia da Educação: com um pouco de carinho e dedicação, a magia acontece!

domingo, 29 de maio de 2011

Vida Maria - Maravilhoso!







Maria José, uma menina de 5 anos de idade, é levada a largar os estudos para trabalhar. Enquanto trabalha, ela cresce, casa, tem filhos, envelhece.


"VIDA MARIA" é um projeto premiado no "3o. PRÊMIO CEARÁ DE CINEMA E VÍDEO", realizado pelo Governo do Estado do Ceará.


Produzido em computação gráfica 3D e finalizado em 35mm, o curta-metragem mostra personagens e cenários modelados com texturas e cores pesquisadas e capturadas no Sertão Cearense, no Nordeste do Brasil, criando uma atmosfera realista e humanizada.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ilusões de ótica






Autismo

O que é?

Autismo é uma desordem na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal; é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças.

Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.

Causas

A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).

Sintomas e diagnóstico

Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.


Lista de Checagem do Autismo

A lista serve como orientação para o diagnóstico. Como regra os indivíduos com autismo apresentam pelo menos 50% das características relacionadas. Os sintomas podem variar de intensidade ou com a idade.

- Dificuldade em juntar-se com outras pessoas,

- Insistência com gestos idênticos, resistência a mudar de rotina,

- Risos e sorrisos inapropriados,

- Não temer os perigos,

- Pouco contato visual,

- Pequena resposta aos métodos normais de ensino,

- Brinquedos muitas vezes interrompidos,

- Aparente insensibilidade à dor,

- Ecolalia (repetição de palavras ou frases),

- Preferência por estar só; conduta reservada,

- Pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente,

- Faz girar os objetos,

- Hiper ou hipo atividade física,

- Aparenta angústia sem razão aparente,

- Não responde às ordens verbais; atua como se fosse surdo,

- Apego inapropriado a objetos,

- Habilidades motoras e atividades motoras finas desiguais, e

- Dificuldade em expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras.


Texto enviado por minha amiga mariana. 

Quer saber mais sobre o autismo? visite: 
http://www.pedagogiadainclusaoescolar.blogspot.com/

domingo, 15 de maio de 2011

Palestra com Bartolomeu Campos de Queirós

Dia 12/05 houve na Biblioteca Central do campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a palestra com o escritor de Literatura Infanto-juvenil  Bartolomeu Campos de Queirós, autor de obras como, "Correspondência" e "Onde tem bruxa tem fada...". A palestra faz parte do Projeto Ale - Grandes escritores, que no dia 09/06 trará Frei Betto também à UFRN para mais uma palestra maravilhosa.
A palestra com Bartolomeu foi bastante enriquecedora e também um pouco cômica. Bartolomeu falou sobre sua vida, obras e essencialmente, sobre a Literatura na vida e na escola. "A Literatura é feita de fantasia", disse ele.


Dedicando o livro "Para criar passarinho" aos meus filhos Emanuel e Giovanni.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aprender a aprender - Lindo!



São tantas lições...

O conhecimento nunca deve ser entregue pronto, é a construção dele, o fazer e refazer que dará o verdadeiro significado ao que é aprendido. A persistência é fundamental para aquisição do conhecimento. 
Ninguém aprende sozinho...e para chegar ao que queremos temos que começar da maneira mais simples. Sempre aceitando os erros e corrigindo-os até conseguirmos acertar e chegar ao nível esperado.
O mestre é aquele que indica o caminho, mas não fornece o mapa completo. Pois como já dizia o grande Paulo Freire: "Ensinar não é transmitir conhecimentos, mas criar oportunidades para que ele seja construído." Ninguém nasceu pronto, ninguém aprende só.
Acho que a moral da historia é que para se aprender de verdade, tem que querer de coração e usar toda a energia que há dentro de nós para criar coisas belas e boas para todos. Quando fazemos o que gostamos, somos felizes!
Essa é a Magia da Educação!

Veja o vídeo e escreva o seu comentário.

domingo, 17 de abril de 2011

A história de um dente perdido: hilário!

Certo dia, enquanto conversava com uma colega na escola em que trabalho no horário vespertino, ouvi outra colega contando uma história um tanto esquisita sobre um dente. De acordo com ela, a história era a seguinte:
Uma professora de uma instituição de Educação Infantil de Natal/RN e a própria instituição estavam  correndo o risco de serem processadas por uma mãe de um dos seus alunos por causa de um dente. É isso mesmo, um dente. Vou explicar melhor essa história. 
Bom, a história era a seguinte: A mãe alegava que o filho  havia perdido um dente na escola e queria o dente de volta ou processaria a escola e a professora do filho. Acho que ela queria colar o dente de volta no lugar ou estava pensando no dinheiro que o menino perderia da fada do dente pela ausência do mesmo. 
A professora alegava que o menino já havia comparecido à escola sem o dente. A diretora da escola não sabia o que fazer, que decisão tomar, até que no dia seguinte, o suposto dente perdido havia aparecido. E agora, como explicar a essa mãe que o dente havia aparecido depois de ela ter ouvido da professora que a criança já havia chegado à escola sem ele?
Pois bem, e como saber se o dente é mesmo do menino? Deveria ser feito um teste da cinderela sendo que ao invés do sapato de cristal, o dente, ou um DNA? Brincadeiras a parte, não sei o desenrolar da história, mas que é hilário, é.  Uma confusão dessas, por causa de um dente. Cada um com seu cada qual.
Lembro-me de uma dia em que meu filho perdeu um dente na escola, quando um colega jogou um baldinho em sua boca durante uma  brincadeira e, em momento nenhum, exigi o dente de volta. Afinal, não me serviria de nada. Porém, meu filho se debulhou em lágrimas quando percebeu que não ganharia o dinheiro da fada do dente. Eu, com minha perspicácia (que nada, foi uma pitada de pedagogia misturada a amor materno), lembrei que havia comprado um pião para ele e falei que a fada havia conversado comigo, falado que entendeu o que havia acontecido e pediu que eu trouxesse o brinquedo. Naquele momento, consegui contornar a situação. 
Moral da história: Não adianta chorar pelo leite, ou melhor, pelo dente perdido, mas sim usar de criatividade para transformar um momento angustiante num momento feliz.

O que (não) fazer no Dia do Índio

Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar


Dia do índio

O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.

Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.
Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:

1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.
Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.

2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens

Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.

3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14

Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.

4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola

A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas

"Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas

Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?

Disponível em: 
http://revistaescola.abril.com.br/